Jornalismo e Ambiente: Brasil e Portugal

Antonio Teixeira de Barros (Brasil) e Jorge Pedro Sousa (Portugal) lançaram “Jornalismo e ambiente: análise de investigações realizadas no Brasil e em Portugal”, resultado da pesquisa pós-doutoral de Antonio de Barros na Universidade Fernando Pessoa, no Porto.

O livro aborda “o processo de formação do campo do jornalismo ambiental no Brasil e em Portugal, de forma sistemática, diacrônica e relacional, a partir da interação sócio-histórica de cinco atores sociais: a comunidade científica, o Estado, os movimentos sociais, os partidos políticos verdes e as organizações ambientalistas não-governamentais”. Por essa perspectiva, são relacionados diferentes atores na cobertura de imprensa sobre ambiente nos dois países.

Além, o estudo “apresenta ampla contextualização das convergências históricas e temáticas entre Brasil e Portugal, no que se refere à evolução do debate ambiental, como o protagonismo da comunidade científica, as semelhanças na configuração ideológica e pragmática dos movimentos ambientalistas, a constituição da agenda ambiental, a influência de organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU), o Clube de Roma e a pauta da imprensa”.

Encomendas são aceitas por meio da editora da Universidade, pelo e-mail agata@ufp.edu.pt ou site.

Referência completa:
BARROS, Antonio Teixeira e SOUSA, Jorge Pedro. Jornalismo e ambiente: Análise de investigações realizadas no Brasil e em Portugal. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010. ISBN: 978-989-643-042-9. 112 páginas.

nalismo e Ambiente: Análise de Investigações Realizadas no Brasil e em Portugal”, de Antonio Teixeira de Barros, do Brasil, e Jorge Pedro Sousa, de Portugal. Foi elaborado no âmbito das atividades de pesquisa pós-doutoral do Prof. Dr. Antonio Teixeira de Barros na Universidade Fernando Pessoa, no Porto, Portugal.

Podem ser encomendados exemplares à editora da Universidade Fernando Pessoa, pelo email agata@ufp.edu.pt ou através do site www.ufp.pt

Referência:

BARROS, Antonio Teixeira e SOUSA, Jorge Pedro. Jornalismo e Ambiente: Análise de Investigações Realizadas no Brasil e em Portugal. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010. ISBN: 978-989-643-042-9. 112 páginas.

5 ideias sobre “Jornalismo e Ambiente: Brasil e Portugal

  1. Reges Schwaab Autor do post

    Prezado professor
    Discordo que as pessoas deixem de lado a preocupação com a Mudança Climática (é desnecessaria, diz o diálogo).
    Não há nada mais necessário do que repensar as prática danosas diante do cenário de mudanças globais, cenário inegável.
    Mas, claro, não é tão simples como parece.

    Resposta
  2. roosevelt s. fernandes

    Estamos – Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA – iniciando uma pesquisa (+- 5% de erro / 95% de intervalo de confiança) de avaliação da percepção ambiental da sociedade – Região da Grande Vitória (ES) – voltada à problemática (causas, efeitos, prós e contras) das Mudanças Climáticas. Nosso grupo, criado há seis anos, estuda especificamente a percepção ambiental e social em segmentos formadores de opinião, tendo o interesse em estruturar parcerias, para o desenvolvimento de pesquisa semelhante, em outras regiões.

    Roosevelt S. Fernandes
    NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

    Resposta
  3. Fabio

    A NATUREZA É SÁBIA!

    Não reage ao golpe do machado,
    Que a sangra, a dissipa…
    Permitindo ser convertida em cinzas.
    A natureza é cordeira…
    Se curva ante a ignorância do homem
    E se entrega ao sacrifício…
    Permitindo ser reduzida, extinta…
    Para que o homem cientifique
    Que sem ela, é impossível vida.
    A natureza é surda…
    Não ouve os roncos dos motores das máquinas
    que a tritura, a arranca pela raiz….
    A natureza é muda…
    pois mesmo agredida, suprimida em míseras reservas
    Não pede clemência…
    … Para que a sua dor sensibilize a humanidade …
    Mas a natureza tem as suas leis…
    E decreta:
    Quando os seus olhos turbarem
    Sob o impacto da última árvore caindo…
    Os homens despertarão para assistirem a queda da humanidade

    Nildo Lage

    Resposta

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