Anais do II ENPJA – ISSN 2359-2230

Os anais do II Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo Ambiental estão disponíveis em site próprio. O ISSN da publicação é 2359-2230.

Estão disponíveis os artigos apresentados nas sessões de Comunicações Livres, Iniciação Científica e Relatos de Experiência.

O III ENPJA será realizado em São Paulo, em 2015. Acompanhe as informações aqui pelo site. A chamada de trabalhos será divulgada no decorrer do primeiro semestre do ano.

Olhares sobre o Jornalismo Ambiental: retrospectos, consolidações e perspectivas após uma década de SBPJor

Durante o 11º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJor, a Comunicação Coordenada Olhares sobre o Jornalismo Ambiental: retrospectos, consolidações e perspectivas após uma década de SBPJor, organizada pela Profa. Dra. Isaltina Gomes (UFPE), reuniu cinco trabalhos. Os pesquisadores, de diferentes instituições, apresentaram reflexões conjuntas pela quarta vez na SBPJor, a segunda com um tema gerador para todos os artigos. Em 2013, a inspiração foram os 10 anos de Congressos da entidade de pesquisa em Jornalismo. Confira os trabalhos apresentados, já publicados nos Anais do evento.

Ementa: Considerando os 10 anos de trajetória da Associação Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo (SBPJor), esta mesa coordenada que reúne interessados nas questões socioambientais atreladas às práticas jornalísticas busca fazer um retrospecto dos caminhos percorridos pelo Jornalismo Ambiental na última década, assim como avaliar aspectos que remetem a consolidações e desafios atuais. Os primeiros encontros desta associação permitiram que muitos dos pesquisadores deste grupo se conhecessem e discutissem sob outras óticas, temas e enfoques da relação existente entre jornalismo e meio ambiente, ampliando e refinando as reflexões sobre este objeto de interface. Com o amadurecimento das análises, grupos de trabalho emergiram e, desde 2010, busca-se unir os trabalhos voltados para os estudos do Jornalismo Ambiental a fim de qualificar o debate e avançar em novas abordagens e ângulos de investigação.

1. O diálogo teórico entre jornalismo ambiental e o campo das ciências sociais

Antonio Teixeira de Barros (Câmara dos Deputados)

2. A pesquisa em Jornalismo Ambiental na região Sul do Brasil 

Ilza Girardi (UFRGS); Angela Camana (UFRGS); Eliege Fante (GPJA);  Patrícia Kolling (UFMT); Carine Massierer (GPJA); Claudia Herte de Moraes (UFSM e UFRGS); Giovani de Oliveira (UFRGS)

3. Espaço do jornalismo e problemáticas socioambientais em encontros da Compós (2003 – 2013)

Isaltina Maria de A. M. Gomes; Jean Fábio B. Cerqueira; Diego A. Salcedo; Natalia M. Flores; Priscila M. Medeiros (UFPE)

4. Análise do desenvolvimento da produção acadêmica da Intercom em jornalismo e meio ambiente: apontamentos sobre os últimos 10 anos 

Myrian Del Vecchio de Lima; Eloisa Being Loose; Danielle S. Mei; Thaís Schneider; Valéria Duarte; Higor Lambach (UFPR)

5. Leituras conceituais sobre jornalismo e ambiente

Dione Oliveira Moura (UnB); Reges Schwaab (UFOP); Noêmia Félix da Silva (PUC-GO e UnB)

 

Dossiê Razón y Palabra: comunicação e desafios ambientais

A revista mexicana Razón y Palabra dedicou seu número 29 (maio/julho 2012) ao tema “Importância de la comunicación y sus interfaces con los desafios ambientales”, em dossiê coordenado por Elizabeth Oliveira. Clique aqui para ler a apresentação da edição e nos títulos a seguir para acessar cada artigo.

BASES DO JORNALISMO AMBIENTAL E OS DESAFIOS PARA A COBERTURA DA RIO+20
Ilza Maria Tourinho Girardi
Cláudia Herte de Moraes
Eloísa Beling Loose

LA OLA DE CALOR DE 2003 EN ESPAÑA, ENTRE LA REALIDAD BIOFÍSICA Y EL RECONOCIMIENTO MEDIÁTICO
Rogelio Fernández Reyes

MÍDIA, SOCIEDADE DE RISCOS E OS DESAFIOS DOS RESÍDUOS ELETROELETRÔNICOS NO BRASIL
Maria Daniela de Araújo Vianna

COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE: ESTUDO DE CASO DO RELATÓRIO 2010 DA BRITISH PETROLEUM
Luiz Antônio Gaulia
Leonel Azevedo de Aguiar

COMUNICAÇÃO E SUSTENTABILIDADE: APROXIMAÇÕES E RUPTURAS
Wilson da Costa Bueno

ANÁLISE DE DISCURSOS ESPECIALIZADOS EM MEIO AMBIENTE: COMO O JORNALISMO AMBIENTAL PODE CONTRIBUIR PARA UM NOVO OLHAR
Eloisa Beling Loose

LIFE EVENTS AS WINDOWS OF OPPORTUNITY FOR SUSTAINABLE CONSUMPTION AS ILLUSTRATED BY AN EXHIBITION AND A NUTRITION CAMPAIGN
Lisbeth Oliveira

O LUGAR DAS REVISTAS BRASILEIRAS NO DISCURSO SOBRE O VERDE
Reges Schwaab

O SILÊNCIO DOS AFOGADOS. O DESAPARECIMENTO DA POPULAÇÃO RIBEIRINHA NO NOTICIÁRIO SOBRE A CONSTRUÇÃO DA HIDRELÉTRICA DE GARABI
Carlos Dominguez

DA REDE À RUA: A REAÇÃO CONTRA O CÓDIGO FLORESTAL NAS REDES SOCIAIS E A COBERTURA DA MÍDIA
Ana Carollina Campos Leitão

A IMPORTÂNCIA DO JORNALISMO DE QUALIDADE NA REDUÇÃO DE RISCOS E DESASTRES
Juliana Frandalozo Alves dos Santos

EM NOME DO BEM COMUM: A COMUNICAÇÃO COMO MEIO PARA AMPLIAR E VALORIZAR AÇÕES DE CONSCIENTIZAÇÃO SOCIOAMBIENTAL
Antonio Carlos Teixeira

APRENDIZADO PARA A SUSTENTABILIDADE
Vilmar Sidnei Demamam Berna

Os testemunhos na cobertura das catástrofes ambientais

Texto de Márcia Franz Amaral (UFSM), apresentado no GT Estudos em Jornalismo, no 20º Encontro da Compós.

Resumo: O trabalho analisa as especificidades dos discursos dos testemunhos nos acontecimentos das catástrofes climáticas nas revistas semanais. A partir da noção do testemunho como um discurso sobre uma experiência singular, refletimos sobre o teor testemunhal presente nas matérias relacionadas à tragédia provocada pelos deslizamentos nos municípios serranos do Rio de Janeiro em janeiro de 2011.  Caracterizamos os testemunhos e os cotejamos com as manifestações das fontes do tipo expert. Mostramos como a experiência, aparentemente fonte do sentido, configura-se numa rede discursiva que constrói o acontecimento catastrófico.

Acesse aqui.

Bibliografia espanhola: Rogelio Fernándes Reyes

O blog compartilha alguns textos enviados pelo jornalista Rogelio Fernándes Reyes, de Sevilha, Espanha. Rogelio Fernándes Reyes é Doutor em Jornalismo pela Universidade de Sevilha e pela Universidade Pablo de Olavide e é bacharel em Jornalismo pela Universidade Complutense de Madrid. Tem interesse na nova cultura de sustentabilidade e o papel que a comunicação pode desempenhar. Dedica-se, ainda, ao tema “juventude e drogas”. Ele gentilmente indicou alguns artigos e sua tese de doutorado, listados e linkados a seguir:

FERNANDEZ Reyes, Rogelio (2002), Periodismo Ambiental y Ecologismo: Tratamiento informativo del vertido de Aznalcóllar en El País, edición de Andalucía. Tesis doctoral de la Facultad de Ciencias de la Información de la Universidad de Sevilla, 2002. Link.

FERNANDEZ Reyes, Rogelio   (2009), El cambio climático en editoriales de prensa. Ecología Política y Periodismo Ambiental: una propuesta de herramienta de análisis. Tesis doctoral defendida en la Universidad Pablo de Olavide, 2009.

Artigos:

(2010), “La sostenibilidad: una nueva etapa en el periodismo ambiental y en el periodismo en general”, en DELOS, Vol 3, nº 8. Link

(2010): “Irrupción mediática y representación ideológica del cambio climático en España”, en Contribuciones a las Ciencias Sociales, octubre 2010. Link

(2010), “Reconocimiento y cuestionamiento mediático del cambio climático en España”, en Contribuciones a las Ciencias Sociales, diciembre 2010. Link

(2011), “La función formativa o educativa en el periodismo ambiental”, en Contribuciones a las Ciencias Sociales, marzo 2011. Link

Jornalismo e ambiente: a proximidade distante entre os estudos brasileiros e portugueses (resenha)

Jornalismo e ambiente: a proximidade distante entre os estudos brasileiros e portugueses é o título da resenha que assino na edição 2010/2 da Revista Matrizes, da USP. O texto traz algumas considerações sobre  o livro Jornalismo e ambiente: análise de investigações realizadas no Brasil e em Portugal, de Antonio Teixeira de Barros e Jorge Pedro Sousa (Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010, 112 p.), já indicado aqui no blog.

Leia a resenha aqui.

O livro também foi resenhado por Maria Érica de Oliveira Lima na atual edição da Revista Intercom. Leia aqui.

Jornalismo e Meio Ambiente na SBPJor 2010

Sob o comando da professora Sonia Aguiar Lopes, organizamos uma Comunicação Coordenada sobre Jornalismo e Meio Ambiente para o 8o. Encontro da SBPJor.  Ela reúne pesquisadores que apresentaram textos em edições anteriores do Encontro, seja como Comunicação Livre ou em outras Coordenadas. Para o Encontro em São Luís, Maranhão, entre 8 e 10.11, desenvolvemos textos com o objetivo de formentar o debate sobre rumos para pesquisa e formação na área. A Coordenada será na tarde do dia 10.11. A partir do momento em que os artigos estiveram disponíveis na Sala de Pesquisa, no site da SBPJor, serão linkados aqui. São cinco trabalhos, com a seguinte ordem de apresentação:

Jornalismo Ambiental: caminhos e descaminhos – Ilza Maria Tourinho Girardi, Carine Massierer , Eloisa Beling Loose e Reges Schwaab

Acontecimento inesperado: uma ordem de discurso – Cláudia Herte de Moraes

Mídia pernambucana e degradação ambiental: o caso Suape – Isaltina Maria de Azevedo Mello Gomes

Geopolíticas da transposição do Rio São Francisco no Jornal do Commercio de Pernambuco e na Folha de S. Paulo – Sonia Aguiar Lopes

Jornalismo e a transversalidade da pauta socioambiental – formação universitária, prática profissional, pesquisa, ensino e extensão – Dione O. Moura

Veja outros textos sobre o tema já apresentados na SBPJor.

Anthony Giddens e a política da mudança climática

GIDDENS, Anthony. A política da mudança climática. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

Professor emérito da London School of Economics aposta na ação sistemática e articulada para superar o desafio imposto pelas mudanças ambientais

A entrada de Anthony Giddens na dicussão sobre mudanças climáticas tem valor simbólico e prático. Primeiro, porque a defesa de uma ação contundente e multisetorial feita por ele merecerá ampla atenção. Além disso, as ideias apresentadas em “A política da mudança climática”, publicado agora no Brasil pela Editora Zahar, podem servir como um passo importante diante do diagnóstico de urgência da problemática. E por mais que fique claro um cenário de “crise ambiental”, Giddens não opta pelo catastrofismo, ao qual faz sérias ressalvas. Prefere sublinhar o aspecto paradoxal da questão, contornando o desenho pessimista com a perspectiva do risco, para que a estimativa de futuro não se perca em meio ao conjunto de desconfiados do presente.

O livro, dividido em nove capítulos, considera diversos documentos internacionais e avalia os ‘resultados’ de encontros globais sobre o tema. No andar da discusssão, Giddens reflete, ainda, sobre algumas experiências específicas, em especial em países da União Européia. Mesmo admitindo que o  tema exige um agir combinado, considera que estamos diante de uma equação difícil: englobar indivíduos, empresas, organizações e setor público é um belo exercício. Para resolução, Giddens opta por demonstrar, em vários momentos do livro, porque o Estado é um ator fundamental e deve ser protagonista da convergência. E ao detalhar que papel pensa para os governos, não hesita em mostrar que pouco ou nada foi feito para alterar hábitos e modelos que podem nos conduzir a uma catástrofe de proporções épicas.

Mesmo com as aspirações já partilhadas em torno da limitação do aquecimento global, Giddens mostra em seu livro a ausência de políticas concretas e de análises bem desenvolvidas, seja em âmbitos nacionais ou internacionais. Na crítica, não poupa os países desenvolvidos, historicamente quem mais contribuiu e dos quais se espera um corte drástico nas emissões de gases nocivos, bem como na promoção de políticas claras de eficiência energética, sustentabilidade e convergência política. Para o autor, por hora as iniciativas mais relevantes têm brotado de ações pessoais e da energia da sociedade civil.

O grande foco do livro está em como manter uma política de mudança climática contínua, na qual o Estado seja o grande motivador e assegurador, no sentido de viabilizar e estimular os grupos que atuarão. Em seu esforço de mostrar o caminho possível, Anthony Giddens defende com argumentos sólidos a volta de um planejamento, da visão de longo prazo e a abertura para um novo mundo, no qual o petróleo não mais ditará a política mundial. A resposta é complexa e nunca será alcançada de forma isolada, o que leva o autor a resgatar o sentido de uma comunidade internacional e da possibilidade de governança global partilhada. Se não nos arriscarmos a ir em busca dessa nova sociedade, constata, nada mais dará resultado.

Verde, ma non troppo

Giddens não é ambientalista. Por operar em termos de paradoxos, considerando o conflituoso, até faz ressalvas a algumas questões que envolvem o movimento verde. Não deixa de ressaltar que o setor é a principal fonte de reflexão filosófica sobre os objetivos da luta contra a mudança climática e que deve ser considerado. Propõe, no entanto, uma revisão de conceitos hoje bastante populares, como o “princípio da precaução”. Sem retirar seu caráter positivo, Giddens tenta mostrar como adaptá-lo para a prática política, uma vez que, na grande maioria dos casos, esses conceitos não tem conseguido superar a barreira da política ortodoxa. As perspectivas da “sustentabilidade” e do “poluidor pagador” entram no debate também, na argumentação em favor da análise de riscos, no estado assegurador, na convergência política e econômica e pela ótica da evidenciação: é preciso colocar a mudança climática em primeiro plano.

Na mesma linha, o livro tenta reverter algumas preocupações para as positividades do cenário, como momento oportuno para uma verdadeira transparência política, para a avaliação das vulnerabilidades, uma atribuição equitativa das responsabilidades nos cortes de emissões e uma adaptação proativa. Para cada um dos elementos Giddens traz exemplos que começam a dar algum sinal no horizonte. É verdade que, até por sua formação e atuação, boa parte deles está localizado na Europa. Por outro lado, é justamente desses países, assim como dos Estados Unidos e da China, que o autor vai cobrar mais duramente uma ação. E apesar de defender que as sociedades liberais favoreceram o desenvolvimento científico, por exemplo, ele é categórico ao conclamar “um maior intervencionismo do estado pelo fracasso da desregulamentação e a predileção pelo curto prazo” (p.125). Planejar é urgente, os governos e os mecanismos de mercado precisam de um novo papel. Segundo ele, a política ambiental deve ser a corrente dominante, transversalmente introduzida em todos os órgãos de um governo.

Alguns pontos merecerão tensionamentos, em especial por uma certa ‘filiação’ por vezes tecnocrática demais. Um exemplo: considerando que não importa a origem das emissões, que os efeitos são globais, podemos repensar criticamente a ideia de Giddens sobre o imperativo do crescimento para os países pobres e/ou em desenvolvimento. Certamente cabe considerar soluções que não impliquem em permissão de emissões desenfreadas em troca de um possível ‘resultado econômico’. É algo até contraditório na consistência de outros tantos argumentos apresentados pelo autor. O corte drástico e imediato, sim, está localizado nos países do norte, principalmente. O já estimado impacto primeiro nos países pobres, porém, poderia ser considerado em conjunto com as possibilidades locais de desenvolvimento, apesar de estar claro que a pobreza extrema é um grave risco. Giddens lembra, ainda, do grande desafio brasileiro que é acabar com o desmatamento, causa global de cerca de 25% das emissões. O Brasil pode se tornar paradigmático na questão caso modifique os modos predatórios de utilização do solo, afirma.

Converência global

Nas partes finais do livro, Giddens retoma um dos pontos centrais do que ele chama de política da mudança climática. Até agora as abordagens em torno da problemática têm criado pormenores e matizes diversos, não há algo de sólido para construir um caminho passível de ser adotado. Por isso, diz ele, a eficiência e a segurança energética são a chave para a adaptação proativa defendida na obra. E é uma questão que tem sido negligenciada nos debates. Considerando a atual geopolítica das alterações do clima e o cenário de riscos possível de ser visualizado, Giddens não vê outra jogada em um momento tão crucial. O dilema partilhado por todos é de como conciliar a mudança climática com a política energética, com apoio popular contínuo e com a economia. E como levar as pessoas a admitirem os riscos reais e prementes? Giddens procura mostrar que, no pouco tempo que temos, resta somente reduzir substancialmente as dependências danosas que alavancaram o modelo energético hegemônico e destrutivo, dividindo responsabilidades e vigilância. O que deve esquentar, em seu entendimento, é a positividade da oportunidade única que um modelo de baixo teor de carbono oferece, inclusive em prol de um mundo mais cooperativo.

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Anthony Giddens é inglês (Londres, 1938). Teórico pioneiro da “terceira via”, tem mais de vinte livros publicados. Atuou como assessor do primeiro-ministro britânico Tony Blair e é professor emérito da London School of Economics and Political Science. Saiba mais.

Leia a apresentação de Sérgio Besserman Vianna para a obra.

Outras informações sobre o livro.

Entrevista sobre o livro – Folha de S. Paulo, 23.03.2009

Vídeos (em inglês)

Jornalismo e ambiente: comunicações apresentadas nos encontros da SBPJor

Estão linkados aqui os textos sobre jornalismo e questões ambientais apresentados nos encontros da SBPJor, no período de 2003 – 2008. Eles foram listados a partir de uma busca na Sala de Pesquisa, no site da entidade. O maior número de artigos está concentrado nos anos de 2007 (cinco textos), 2008 (quatro) e 2005 (quatro).
2003
Dione Oliveira Moura; Mariana Carvalho Braga; Manuela de Oliveira Castro; Ana Raquel Macedo Ferreira
2004
Anaelson Leandro de Sousa; Betânia Maria Vilas Bôas Barreto; Eliana C. P.Tenório Albuquerque
Dione Oliveira Moura
2005
Liege Zamberlan
2006
Anaelson Leandro de Sousa; Betânia Maria Vilas Boas Barreto; Rodrigo Bomfim Oliveira
Carine Massierer; Reges Schwaab
2007
Anaelson Leandro de Sousa; Betânia Maria Vilas Bôas Barreto; Marlúcia Mendes da Rocha
Carine Massierer
Eliana Cristina Paula Tenório de Albuquerque; Carlos Frederico Bernardo Loureiro; Rodrigo Bomfim de Oliveira
Lorena de Oliveira Souza Campello e Eliane Oliveira de Lima Freire
Maria das Graças Pinto Coelho
2008

*Para citar, siga a normatização da ABNT.

** Confira outros textos no link Artigos.

Jornalismo e Ambiente: revistas com números especiais

Aos interessados no universo de pesquisa sobre jornalismo e ambiente: vale conhecer estes dois números especiais de revistas acadêmicas, uma brasileira e outra espanhola.

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, editada pelo Programa de Pós-graduação em Jornalismo da UFSC, reuniu dez textos com foco na temática em 2006/2. Entre eles, um artigo de Carina Benedeti, abordando parte da sua dissertação sobre cobertura jornalística dos transgênicos no Brasil, Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em 2007.

Nos estudos das implicações entre jornalismo e meio ambiente, têm destaque análises da cobertura jornalística sobre questões centrais no debate ambiental. Dos sete artigos do núcleo temático desta edição, três se ocupam desse tipo de investigação.

No segundo semestre de 2009, a Revista Infoamérica, da Universidade de Málaga, Espanha, lançou uma edição com o tema “Comunicação e Mudanças Climáticas“. São onze artigos, além de entrevistas e resenhas em espanhol e inglês.

las páginas que siguen dan cabida a diferentes enfoques analíticos, muchos de ellos trazados a partir de trabajos empíricos, que sirven para trasladar a nuestro escenario no sólo nuevas inquietudes de la investigación, sino hipótesis, enfoques y herramientas metodológicas necesarias para desplegar la acción investigadora sobre un problema central, desde el punto de vista científico, como es el de la definición de un modelo social y cultural de sostenibilidad.