Arquivo mensal: janeiro 2010

Jornalismo na rede

Reprodução do site

Um dos debates da edição 2010 da Campus Party, na tarde de hoje, 27.01.10, reuniu opiniões sobre potencialidades e iniciativas de jornalismo na rede. Um dos convidados foi o jornalista André Deak, conhecido pelo trabalho em cobertura multimídia. Vale conferir a pauta que ele fez para a revista Revista Fórum, abordando o derramamento de agrotóxicos no Rio Paraíba do Sul (disponível aqui). É um ótimo exemplo de trabalho no cenário digital.

Conjugar  as  possibilidades que as diversas ferramentas oferecem, apostar na construção diferenciada das narrativas, no diálogo de vozes e na interação. Isso tudo é valioso para o debate que os temas da agenda socioambiental necessitam.

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Aquecimento? Que aquecimento?, texto de Luciano Martins no OI

Recomendada a leitura do comentário de Luciano Martins, feito para o Observatório de Imprensa. Em foco as mudanças climáticas e a relação “esquizofrênica” do jornalismo com o tema, como ele mesmo classifica.

Leia na íntegra:  Aquecimento? Que aquecimento?

Global Voices – site em português e Conferência 2010

Como o próprio projeto afirma: “O Global Voices agrega, organiza e amplifica a conversa global na rede – iluminando os lugares e pessoas que o resto da mídia geralmente ignora”.  Acesse aqui.

Vale lembrar que a edição 2010 da Conferência de Mídia Cidadã do Global Voices será  em Santiago, no Chile, no dias 6 e 7 de maio.

Jornalismo e Ambiente: Brasil e Portugal

Antonio Teixeira de Barros (Brasil) e Jorge Pedro Sousa (Portugal) lançaram “Jornalismo e ambiente: análise de investigações realizadas no Brasil e em Portugal”, resultado da pesquisa pós-doutoral de Antonio de Barros na Universidade Fernando Pessoa, no Porto.

O livro aborda “o processo de formação do campo do jornalismo ambiental no Brasil e em Portugal, de forma sistemática, diacrônica e relacional, a partir da interação sócio-histórica de cinco atores sociais: a comunidade científica, o Estado, os movimentos sociais, os partidos políticos verdes e as organizações ambientalistas não-governamentais”. Por essa perspectiva, são relacionados diferentes atores na cobertura de imprensa sobre ambiente nos dois países.

Além, o estudo “apresenta ampla contextualização das convergências históricas e temáticas entre Brasil e Portugal, no que se refere à evolução do debate ambiental, como o protagonismo da comunidade científica, as semelhanças na configuração ideológica e pragmática dos movimentos ambientalistas, a constituição da agenda ambiental, a influência de organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU), o Clube de Roma e a pauta da imprensa”.

Encomendas são aceitas por meio da editora da Universidade, pelo e-mail agata@ufp.edu.pt ou site.

Referência completa:
BARROS, Antonio Teixeira e SOUSA, Jorge Pedro. Jornalismo e ambiente: Análise de investigações realizadas no Brasil e em Portugal. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010. ISBN: 978-989-643-042-9. 112 páginas.

nalismo e Ambiente: Análise de Investigações Realizadas no Brasil e em Portugal”, de Antonio Teixeira de Barros, do Brasil, e Jorge Pedro Sousa, de Portugal. Foi elaborado no âmbito das atividades de pesquisa pós-doutoral do Prof. Dr. Antonio Teixeira de Barros na Universidade Fernando Pessoa, no Porto, Portugal.

Podem ser encomendados exemplares à editora da Universidade Fernando Pessoa, pelo email agata@ufp.edu.pt ou através do site www.ufp.pt

Referência:

BARROS, Antonio Teixeira e SOUSA, Jorge Pedro. Jornalismo e Ambiente: Análise de Investigações Realizadas no Brasil e em Portugal. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010. ISBN: 978-989-643-042-9. 112 páginas.

Cobertura de ciência: BBC quer verificar sua qualidade

Neste texto, a  BBC anunciou hoje uma análise da qualidade da sua cobertura de ciência. Um dos administradores do canal, Richard Tait, diz que há questões sensíveis em pauta atualmente, temas como as alterações climáticas e modificação genética, que exigem uma orientação para manter a “imparcialidade” diante da controvérsia. Em jogo, afirma, está a reputação da BBC, que conquistou lugar de destaque na cobertura dessa área. O relatório deve sair em 2011.

Via Ponto Media

Planet Green: conteúdo ecológico 24h?

O Planet Green, do Discovery, propõe conteúdos sobre atitudes ecologicamente corretas. São 24 horas de programação e seis linhas editoriais: moda e beleza; saúde e alimentação; casa; transporte e tecnologia; viagens; trabalho e atitudes. O projeto é ambicioso, mostra a potencialidade de traduzir as preocupações sobre sustentabilidade no cotidiano, guiar ações e discutir soluções concretas. Aumenta a quantidade de informação nessa área. Ao mesmo tempo, pode ser difícil não cair na conhecida armadilha da bela camada de tinta e algumas palavras empolgantes para tudo virar verde.