Jornalismo e ambiente: comunicações apresentadas nos encontros da SBPJor

Estão linkados aqui os textos sobre jornalismo e questões ambientais apresentados nos encontros da SBPJor, no período de 2003 – 2008. Eles foram listados a partir de uma busca na Sala de Pesquisa, no site da entidade. O maior número de artigos está concentrado nos anos de 2007 (cinco textos), 2008 (quatro) e 2005 (quatro).
2003
Dione Oliveira Moura; Mariana Carvalho Braga; Manuela de Oliveira Castro; Ana Raquel Macedo Ferreira
2004
Anaelson Leandro de Sousa; Betânia Maria Vilas Bôas Barreto; Eliana C. P.Tenório Albuquerque
Dione Oliveira Moura
2005
Liege Zamberlan
2006
Anaelson Leandro de Sousa; Betânia Maria Vilas Boas Barreto; Rodrigo Bomfim Oliveira
Carine Massierer; Reges Schwaab
2007
Anaelson Leandro de Sousa; Betânia Maria Vilas Bôas Barreto; Marlúcia Mendes da Rocha
Carine Massierer
Eliana Cristina Paula Tenório de Albuquerque; Carlos Frederico Bernardo Loureiro; Rodrigo Bomfim de Oliveira
Lorena de Oliveira Souza Campello e Eliane Oliveira de Lima Freire
Maria das Graças Pinto Coelho
2008

*Para citar, siga a normatização da ABNT.

** Confira outros textos no link Artigos.

Jornalismo e Ambiente: revistas com números especiais

Aos interessados no universo de pesquisa sobre jornalismo e ambiente: vale conhecer estes dois números especiais de revistas acadêmicas, uma brasileira e outra espanhola.

A revista Estudos em Jornalismo e Mídia, editada pelo Programa de Pós-graduação em Jornalismo da UFSC, reuniu dez textos com foco na temática em 2006/2. Entre eles, um artigo de Carina Benedeti, abordando parte da sua dissertação sobre cobertura jornalística dos transgênicos no Brasil, Prêmio Adelmo Genro Filho de Pesquisa em 2007.

Nos estudos das implicações entre jornalismo e meio ambiente, têm destaque análises da cobertura jornalística sobre questões centrais no debate ambiental. Dos sete artigos do núcleo temático desta edição, três se ocupam desse tipo de investigação.

No segundo semestre de 2009, a Revista Infoamérica, da Universidade de Málaga, Espanha, lançou uma edição com o tema “Comunicação e Mudanças Climáticas“. São onze artigos, além de entrevistas e resenhas em espanhol e inglês.

las páginas que siguen dan cabida a diferentes enfoques analíticos, muchos de ellos trazados a partir de trabajos empíricos, que sirven para trasladar a nuestro escenario no sólo nuevas inquietudes de la investigación, sino hipótesis, enfoques y herramientas metodológicas necesarias para desplegar la acción investigadora sobre un problema central, desde el punto de vista científico, como es el de la definición de un modelo social y cultural de sostenibilidad.

O desastre ecológico do Golfo do México em perspectiva: a tragédia nigeriana

Foto: George Esiri/Reuters

Marcos Palácios destacou, no blog do GJol, texto de John Vidal, o Editor de Ecologia do Guardian. Em meio ao desastre ecológico do Golfo do México, com o derramamento de petróleo que segue há semanas, tendo sido uma das principais pautas da imprensa mundial nesse período, Vidal pede que as cosias sejam colocadas em perspectiva. Nos chama para uma “espiadela” no que acontece na Nigéria, fornecedora de 40% do petróleo importado pelos Estados Unidos. Lá, diz ele, o desastre ecológico é permanente (e invisível para o mundo). Leia aqui.

Jornalistas ambientais são espécie em extinção?

Segundo o colunista do site Grist, Umbra Fisk, são. O Grist é um portal de notícias ambientais “com um toque de humor”, integrante do projeto colaborativo The Climate Desk. O Portal lançou uma campanha para arrecadar fundos para preservação dos jornalistas ambientais. Segundo Umbra Fisk, no início da década de 90 os jornalistas ambientais eram mais comuns. O passar dos anos não foi favorável para a espécie, frágil, que agora necessita de ajuda para não seguir sendo “capturada pelos céticos do clima”, por exemplo. O vídeo da campanha está a seguir. Saiba mais aqui.

(via @journalismnews)

Jornalismo na rede

Reprodução do site

Um dos debates da edição 2010 da Campus Party, na tarde de hoje, 27.01.10, reuniu opiniões sobre potencialidades e iniciativas de jornalismo na rede. Um dos convidados foi o jornalista André Deak, conhecido pelo trabalho em cobertura multimídia. Vale conferir a pauta que ele fez para a revista Revista Fórum, abordando o derramamento de agrotóxicos no Rio Paraíba do Sul (disponível aqui). É um ótimo exemplo de trabalho no cenário digital.

Conjugar  as  possibilidades que as diversas ferramentas oferecem, apostar na construção diferenciada das narrativas, no diálogo de vozes e na interação. Isso tudo é valioso para o debate que os temas da agenda socioambiental necessitam.

Aquecimento? Que aquecimento?, texto de Luciano Martins no OI

Recomendada a leitura do comentário de Luciano Martins, feito para o Observatório de Imprensa. Em foco as mudanças climáticas e a relação “esquizofrênica” do jornalismo com o tema, como ele mesmo classifica.

Leia na íntegra:  Aquecimento? Que aquecimento?

Global Voices – site em português e Conferência 2010

Como o próprio projeto afirma: “O Global Voices agrega, organiza e amplifica a conversa global na rede – iluminando os lugares e pessoas que o resto da mídia geralmente ignora”.  Acesse aqui.

Vale lembrar que a edição 2010 da Conferência de Mídia Cidadã do Global Voices será  em Santiago, no Chile, no dias 6 e 7 de maio.

Jornalismo e Ambiente: Brasil e Portugal

Antonio Teixeira de Barros (Brasil) e Jorge Pedro Sousa (Portugal) lançaram “Jornalismo e ambiente: análise de investigações realizadas no Brasil e em Portugal”, resultado da pesquisa pós-doutoral de Antonio de Barros na Universidade Fernando Pessoa, no Porto.

O livro aborda “o processo de formação do campo do jornalismo ambiental no Brasil e em Portugal, de forma sistemática, diacrônica e relacional, a partir da interação sócio-histórica de cinco atores sociais: a comunidade científica, o Estado, os movimentos sociais, os partidos políticos verdes e as organizações ambientalistas não-governamentais”. Por essa perspectiva, são relacionados diferentes atores na cobertura de imprensa sobre ambiente nos dois países.

Além, o estudo “apresenta ampla contextualização das convergências históricas e temáticas entre Brasil e Portugal, no que se refere à evolução do debate ambiental, como o protagonismo da comunidade científica, as semelhanças na configuração ideológica e pragmática dos movimentos ambientalistas, a constituição da agenda ambiental, a influência de organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU), o Clube de Roma e a pauta da imprensa”.

Encomendas são aceitas por meio da editora da Universidade, pelo e-mail agata@ufp.edu.pt ou site.

Referência completa:
BARROS, Antonio Teixeira e SOUSA, Jorge Pedro. Jornalismo e ambiente: Análise de investigações realizadas no Brasil e em Portugal. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010. ISBN: 978-989-643-042-9. 112 páginas.

nalismo e Ambiente: Análise de Investigações Realizadas no Brasil e em Portugal”, de Antonio Teixeira de Barros, do Brasil, e Jorge Pedro Sousa, de Portugal. Foi elaborado no âmbito das atividades de pesquisa pós-doutoral do Prof. Dr. Antonio Teixeira de Barros na Universidade Fernando Pessoa, no Porto, Portugal.

Podem ser encomendados exemplares à editora da Universidade Fernando Pessoa, pelo email agata@ufp.edu.pt ou através do site www.ufp.pt

Referência:

BARROS, Antonio Teixeira e SOUSA, Jorge Pedro. Jornalismo e Ambiente: Análise de Investigações Realizadas no Brasil e em Portugal. Porto: Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010. ISBN: 978-989-643-042-9. 112 páginas.

Cobertura de ciência: BBC quer verificar sua qualidade

Neste texto, a  BBC anunciou hoje uma análise da qualidade da sua cobertura de ciência. Um dos administradores do canal, Richard Tait, diz que há questões sensíveis em pauta atualmente, temas como as alterações climáticas e modificação genética, que exigem uma orientação para manter a “imparcialidade” diante da controvérsia. Em jogo, afirma, está a reputação da BBC, que conquistou lugar de destaque na cobertura dessa área. O relatório deve sair em 2011.

Via Ponto Media

Planet Green: conteúdo ecológico 24h?

O Planet Green, do Discovery, propõe conteúdos sobre atitudes ecologicamente corretas. São 24 horas de programação e seis linhas editoriais: moda e beleza; saúde e alimentação; casa; transporte e tecnologia; viagens; trabalho e atitudes. O projeto é ambicioso, mostra a potencialidade de traduzir as preocupações sobre sustentabilidade no cotidiano, guiar ações e discutir soluções concretas. Aumenta a quantidade de informação nessa área. Ao mesmo tempo, pode ser difícil não cair na conhecida armadilha da bela camada de tinta e algumas palavras empolgantes para tudo virar verde.